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Entre os anos 2001-2008, houve um desgaste intenso dos Estados Unidos da América no cenário internacional, sobretudo no campo político. Associado a esse declínio, encontra-se o crescimento e fortalecimento de economias emergentes procedentes do chamado mundo em desenvolvimento Importação da China e Ásia. É sabido que este fenômeno deu-se por meio de novos arranjos estratégicos associados a elevadas taxas de crescimento econômico. Resta-nos saber qual foi a atuação destes países emergentes, principalmente Brasil e China frente à recuperação Norte Americana.

Cientes dos reflexos das mudanças provindas do cenário internacional, a partir de 2009 os Estados Unidos buscaram se reerguer e manter seu posto de potência hegemônica do globo, sendo que o primeiro passo para a manutenção de sua imagem deu-se através do novo presidente democrata Barack H. Obama, que buscou em sua política restaurar o prestígio interno e externo do país, recuperando o apoio de importantes atores do cenário internacional. No entanto, as taxas de crescimento econômico de 10% da China nas últimas três décadas Fábricas Chinesas, demonstraram que a recuperação não seria algo fácil de ser concretizada.

A política de expansão econômica da China vem ocorrendo desde os anos de Mao Tse Tung, focada no desenvolvimento do parque industrial acrescido dos recursos naturais e mão de obra em abundância no país. As reformas de Deng Xiaoping nos anos 1970 também contribuíram na aceleração do processo de desenvolvimento econômico e modernização do país. É importante frisar que esse desenvolvimento deu-se através do estabelecimento de “Zonas Econômicas Especiais” que possibilitaram uma abertura parcial ao capital externo. A expansão e desenvolvimento tecnológico das fábricas e produtos chineses levou o país a aventurar-se no comércio internacional, tornando a importação de mercadorias da China e da Ásia algo comum nos dias atuais.

Juntamente com a China, o Brasil apresentou configuração semelhante. Com instituições democráticas consolidadas, economia estabilizada, abundância de recursos naturais e desenvolvimento social em evolução, demonstra que o crescimento brasileiro foi exclusivamente decrescido pela política neoliberal determinada pelo “Consenso de Washington” estabelecido em diversos países. Com o passar dos anos, o Brasil continuou tendo dificuldades para ocupar a posição de grande país emergente, mas passou a adotar políticas de parceria com países como França, Espanha, Portugal, Rússia e China, buscando fortalecer os acordos regionais.

Em 2002, foram feitas restaurações industriais e tecnológicas no Brasil através dos Ministérios de Desenvolvimento, Indústria e Comércio; da Fazenda e do Planejamento. Entre 2001 e 2003, houve o avanço e fortalecimento do MERCOSUL e dos BRICS que tem como objetivo alcançar benefícios mútuos. O Brasil tem se empenhado nestas parcerias, pois tem como objetivo a expansão de suas exportações para os países em desenvolvimento.

Uma coisa é fato, a “Guerra contra o Terror” iniciou o rompimento do consenso internacional existente em relação à ordem internacional Empresas brasileiras – inspeção China proposta pelos Estados Unidos. Este rompimento causou o fortalecimento de outras políticas ideológicas que poderão trazer consideráveis mudanças para os dias atuais.

Mesmo com a recuperação Norte Americana, a China e o Brasil continuam apresentando taxas surpreendentes de crescimento econômico anual e políticas pautadas no intercâmbio profissional e cultural entre estes dois países. Talvez a recuperação Norte Americana se mantenha, mas será preciso muita força de vontade para alcançar seu antigo posto de país hegemônico, pois o Brasil e China dão sinal de que também disputarão por uma nova ordem multipolar.
 
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